29 de ago de 2009

Série de 4 vídeos Sobre Transição Planetária com Divaldo Franco




Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=aa7pmvli26M&feature=player_embedded

Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=MPvZqXKLRdc&feature=player_embedded

Parte 3
http://www.youtube.com/watch?v=9eMcdKCqSr0&feature=player_embedded

Parte 4
http://www.youtube.com/watch?v=oPplL1LSLq4&feature=player_embedded

EFT e o Palácio das Possibilidades - Parte 1/5

VIVEMOS EM UM PALÁCIO DE POSSIBILIDADES

É uma estrutura que se expande constantemente e está cheia de ótimas salas e anexos que estão lotados com conquistas e alegrias. Estas salas estão abertas para todos, apesar de a maioria de nós visitar apenas algumas delas. Não é que sejamos barrados em qualquer destas salas. Certamente não! Elas são nosso direito de nascença. Na verdade, é que nós escolhemos entrar nas salas nas quais nos sentimos confortáveis. De alguma forma, não “pertencemos” àquelas outras salas mais caras. Elas são para os outros. Elas são para os mais ricos e mais privilegiados e para pessoas com mais talentos que nós. Ficamos dentro das familiares (nossa zona de conforto) e não nos aventuramos além das paredes (limites) das salas que escolhemos. Por que? Porquês nossos “eu posso” e “não posso” estão escritos naquelas paredes e obedecemos a estes mandamentos como se fossem reais. Nossa renda reflete estes limites. Nossa auto imagem também. Na verdade, quase nenhuma parte do que somos não é afetada pelo que está escrito naquelas paredes.
As palavras nas nossas paredes são metáforas para o que nós pensamos, é claro. Representam a atitude, opiniões e crenças que acumulamos ao longo dos anos. Muitas delas foram passadas por nossos pais, avós, professores, treinadores, religião, grupos sociais, livros, televisão e uma infindável lista de outras “autoridades” nas nossas vidas. Sob uma inspeção (que faremos nesta série), muitas delas são risíveis. Ainda assim, elas ainda parecem segurar nosso progresso.
Todos nós temos palavras diferentes nas nossas paredes. É por isso que aparentamos ter limites diferentes. Seus limites são diferentes dos meus porque as “verdades” escritas nas suas paredes são diferentes das “verdades” escritas nas minhas. Entretanto, elas não são realmente “verdades” de forma alguma. São apenas guias que adotamos para passar pela vida, e, muitas delas são ficção. São crenças que foram escritas nas nossas paredes por outras pessoas e nós temos seguido a elas obedientemente desde então. Não tem que ser assim.
Isto me leva a um conceito fundamental sobre o qual o Palácio das Possibilidades está construído. É de uma importância crítica e está sob todas as idéias que vamos explorar nesta série. Devem estar tatuadas na parte interna das nossas pálpebras de forma que vemos toda vez que piscamos. A verdade delas é inegável, ainda que seja tão sutil que tendemos a ignorar. Temos então: “Nós constantemente consultamos o que está escrito nas nossas paredes.”
Aquelas escrituras são nossas conselheiras mais proeminentes e as consultamos o dia inteiro. E porque não? Elas representam todas as experiências que já tivemos. Elas contém todos os nosso “como fazer”. Elas contém nossos “eu posso” e “eu não posso”, “devo” e “não devo”. Elas contêm nossos “tenho que” e “não tenho que” bem como nosso senso de jogar limpo. Elas contêm nossa versão do que é comportamento apropriado bem como o que é certo ou errado neste mundo. Elas contêm nossos julgamentos, nossos sucessos e falhas. Está tudo lá, tudo que consideramos como verdade, escrito nas nossas paredes.
Por exemplo, tomamos sopa de colher ao invés de garfo porque nossa base de conhecimento (as escrituras nas nossas paredes) aconselham a fazer desta forma. Isto é sutil, eu sei, mas é como se perguntássemos “Como tomo esta sopa?” e as escrituras dizem, “Use uma colher”. Nós constantemente consultamos as escrituras das nossas paredes para saber o que fazer. Aquelas palavras representam a “verdade” como a aprendemos.
Consultamos aquelas paredes para tudo. Aquelas palavras nos dizem sobre nossas oportunidades bem como nossos limites. Freqüentemente elas entram em conflito umas com as outras. No assunto finanças, por exemplo, elas podem nos dizer, “Aqui é a América (EUA), a terra da oportunidade, vá em busca.” Mas elas também podem nos dizer:
- “Você é muito jovem ou muito velho para isto”
- “Você não estudou o suficiente”
- “Você é mulher está limitada por este teto de vidro”
- “Você pertence a uma minoria”
- “Pessoas que se arriscam acabam quebrando
- “Se dar bem depende de quem você conhece.”
- “Pessoas ricas são desonestas”
Esta lista de limites continua indefinidamente, é claro. Está algumas delas escritas nas suas paredes? Se você acredita em qualquer uma delas, ou, se alguma soa como verdade, eu acho que você comprou um “limite” caro que não precisava estar lá.
Não há nada bom ou ruim inerente ao dinheiro. É uma forma de energia. Pode ser usado para financiar guerras e destruição OU pode ser usado para levar amor aos lugares mais difíceis de serem alcançados no mundo. Podemos construir nossas próprias barreiras com relação a ele ou podemos deixá-lo fluir através de nós com um sinal do direito de nascença a abundância. Tudo isto ditado pelos “eu posso” e “não posso” escrito nas nossas paredes financeiras.
No devido tempo a EFT será uniformemente usada nos negócios, esportes, estudos, espiritualidade e conquistas humanas de todos os tipos. Isto é inevitável. Desta forma, pessoas que trabalham com cura precisam expandir sua visão. Eles precisam sair das paredes das salas prévias do Palácio das Possibilidades e entrar em salas que permitam sua própria liberdade emocional expandir com a dos seus clientes. Eu vejo um dia em que um curador proficiente irá engajar clientes e tirá-los do fundo do poço para o Palácio das Possibilidades e além. Depois, vejo o curador liderando o caminho pelo exemplo. Que maneira melhor de ensinar abundancia, alegria e liberdade emocional do que desenvolver novos níveis destas coisas para nós mesmos.
Como fazer isto é o assunto desta série. Mais na próxima vez.
P.S. Também iremos descobrir que as escrituras nas nossas paredes não estão gravadas permanentemente em rocha. Estou feliz em anunciar que toda a escritura é em giz. É apagável através da EFT e substituível por outras ferramentas. Você verá.


Gary Craig (criador da EFT)

25 de ago de 2009

EFT - Críticas & Elogios

Vamos ao artigo:

Receber críticas provoca inúmeros sentimentos negativos como: raiva, mágoa, defesa, culpa, justificativa, desconfiança, insegurança, resistência a mudança, diminuição da auto estima. O medo da crítica molda o nosso comportamento, muito mais do que podemos imaginar. Fazemos coisas que não desejamos, e deixamos de fazer outras que gostaríamos pelo medo da desaprovação. Esse medo está por trás de boa parte das nossas inseguranças –medo da crítica da sociedade, dos pais, do marido, dos filhos, dos amigos, da religião, do chefe, do professor e etc...Influencia na escolha da profissão, na escolha das pessoas com quem nos relacionamos, na dinâmica dos relacionamento, enfim, mexe com inúmeros aspectos.
Tem efeitos tão nocivos, e ainda assim é através da crítica que aprendemos a estimular as pessoas ou educar os filhos. Aprendemos pelo exemplo, conforme fomos criados, conforme observamos no ambiente de trabalho. Normalmente a intenção é provocar mudanças para melhor, porém, o que o ocorre na maioria das vezes é o contrário. A primeira reação, geralmente, é a negação, a auto defesa. Quanto mais você critica, mas a pessoa se justifica. E depois vêm os ressentimentos e estragos na auto-estima e problemas de relacionamento. E aí quem criticou, justamente por não ter noção desse padrão de comportamento humano vai pensar: mas eu só disse a verdade, fui uma pessoa sincera, a pessoa não entendeu, ele não aceita o que eu digo... O crítico costuma vestir carapuça do sincero, do que fala a verdade, do exigente.
Pouquíssimas são as pessoa que realmente conseguem crescer sendo criticadas. Não estou analisando se as criticas são justas ou injustas. Mesmo que seja uma critica que tenha fundamento, normalmente não vai provocar mudanças para melhor. Acho quase impossível que alguém venha relatar que conseguiu melhorar o marido, a esposa, o filho, o amigo, o pai ou a mãe, depois de criticar bastante.